Nossa Senhora da Salette - Reconciliadora dos pecadores.
Rogai sem cessar por nós que recorremos a vós.
Reconciliar: voltar à amizade, à intimidade perdida.
Intimidade: identificação no pensar, no querer e no agir.
(O que você acha de fazermos isto? Pucha, era exatamente o que eu ia propor a você).
Por essa identificação as pessoas se somam e se tornam realizadoras do que pensam e querem fazer.
Cada um passa a ser uma inspiração, um incentivo para o outro. Serão normais e constantes as descobertas renovadoras, daquilo que se estava fazendo. O amanhã será sempre um novo dia.
As novas descobertas e aperfeiçoamentos surgirão espontaneamente.
Pecadores: são aqueles que, pela sua natureza de pecador, não sabem ou não conseguem experimentar a Deus. Nunca souberam quem é Deus, nem o que Deus pode fazer por suas vidas. Vivem única e exclusivamente do seu potencial, desconhecendo totalmente as abundantes graças que recebem de Deus. Têm comportamentos em função do que “processa seu racional”. Vivem em função do que seus olhos vêm, seus ouvidos escutam, seu olfato cheira, de seu paladar para escolher o que comer ou beber, do tato para definir o que lhe agrada tocar. Vivem pelos sentidos, ou seja, exclusivamente do exterior. São materialistas, desconhecem totalmente o seu interior espiritual. Ignorando serem materialistas não deixam espaço para a vida espiritual.
Quem não sabe quem é perde a condição de deixar de ser o que é.
Sem permitir o espiritual frear seus instintos, partem para aberrações de condutas tão conhecidas de todos nós pelos noticiários. Quando praticam o bem, o praticam para satisfazer suas vaidades.
“Rogai sem cessar por nós que recorremos a vós”: Se recorro a Nossa Senhora da Salette é porque tenho consciência de que não sou diferente dos homens. Sou pecador, ou seja, tenho condições perfeitas de cometer pecados. Sei pecar, sei praticar o que é mal para os outros e para mim. Sei ser o que devo ser sem precisar de Deus.
Quem recorre a N. Sra. Da Salette, o faz em estado de graça, pois é pela graça de Deus que nos tornamos capazes de nos reconhecer pecadores, portanto, dependentes de Deus.
Nossa Senhora da Salette ou na Salette veio profetizar o que Deus e ela sabiam que ia acontecer de ruim para o povo através da natureza. A terra não ia produzir alimentos suficientes e a fome ia ser inevitável. Maria, profeta de Deus e as crianças profetas de Maria.
A profecia: A aceitação da conversão seria suficiente para impedir a realidade da natureza.
Deus seria com o “seu povo” o pacificador da natureza, o mal seria evitado.
Qual conversão? Fazer bem as orações, ir à Missa para celebrar com Jesus a salvação, conhecer por experiência, o poder misericordioso de Deus através da oração. Respeito para com a Igreja na freqüência e no comportamento.
Dificuldades: Não foi reconhecer a veracidade da profecia pois, já estavam presenciando tal realidade. O difícil foi acreditar e aceitar, dois garotos, pobres, analfabetos a relatar com clareza algo impressionante, sobrenatural.
Desfecho: E agora o que fazer. Fazer e ser o que dois meninos falaram? Isto seria muito difícil,
poucos aceitariam. Não acreditar na revelação? Podemos imaginar a situação que acontecia na medida que o fato ia se espalhando.
É aqui que entra a autoridade e o respeito à Igreja. É a Igreja que faz o discernimento de fatos espirituais revelados. Se não fosse a Igreja o desfecho da história teria sido catastrófico. É a Igreja que tem o Espírito Santo para tais decisões,;autoridade para proclamar a verdade e derrubar a mentira.
Salette não é só uma profecia para o povo. É uma presença viva, preocupante, orientadora de Deus por Maria e com Maria para a sua Igreja poder ser o local das graças necessárias à conversão e as proteções divinas.
E hoje? Salette é uma realidade tanto de Deus como da natureza. A veracidade da Salette é eterna e imutável. O povo se afasta de Deus, ridiculariza a Igreja com seu comportamento mundano, perde a intimidade com Deus. O povo fica, assim, sem saber o porque de tantas catástrofes, acidentes, calamidades comportamentais acontecendo na nossa cara.
O que fazer? Uma música do Padre Joãozinho diz: “Vamos orar e agir e Deus realizará”.
Analisando os documentos da Igreja, percebe-se sua preocupação com a situação do esvaziamento e a participação desmotivada dos cristãos batizados. Vemos uma tomada de postura pela qual se retorna às origens: “Evangelizar para a conversão e santificação do povo de Deus”.
Para tanto se torna necessário uma “Espiritualidade”, algo para os homens e mulheres chamados a serem evangelizadores. Tal missão vai exigir que todo evangelizador cuide de sua própria competência: desejo de ser santo – espiritualidade missionária – viver em íntima comunhão com Cristo – Vida fundamentada na Palavra, na Eucaristia, na vida comunitária e no serviço ao mundo.
Fala de alguns aspectos importantes: Deixar-se conduzir pelo Espírito, transformar sua timidez em testemunho de uma vida corajosa, a docilidade ao Espírito que vai exigir uma contínua revisão de vida, conhecedor da Palavra (leitura orante da Sagrada Escritura) e do seu poder transformador.
Como? Ao homem ser o que tem que ser é impossível mas, lembremo-nos, “A Deus tudo é possível”, lembremo-nos também do que Jesus disse: “Sem mim nada podeis”.
Então tudo começa pela descoberta de como é gratificante a vida daqueles que vivem conduzidos pelo Espírito para fazer a vontade de Deus, do mesmo jeito que viveu Jesus para Deus por nós.
“Faça-se em mim (para depois se fazer por mim) conforme a Vossa Palavra”.
Para nós não será tão simples como foi para Maria . Maria, cheia da graça, já estava pronta para Deus usa-la. Nós, para que Deus nos use, Ele terá que fazer conosco o que não sabemos nem imaginar.
Uma vez consciente de tudo isto, pela graça de Deus, podemos dizer:
“Vem Senhor Jesus, eis-me aqui”.
A Espiritualidade Saletina, mais do que nunca, se torna necessária nos dias de hoje. Ela é e será eternamente necessária por causa de que o mundo nunca deixará de ser mundo.
Espiritualidade Saletina é, portanto, a graça que nos vem de Deus por Maria a fim de gerar em nós a condição de sermos filhos íntimo de Deus que é nosso pai; gosto imenso de buscar na Palavra a vida a nós conquistada por Jesus. O prazer de viver praticando o bem para a glória de Deus como testemunho de Jesus, cabeça da Igreja, pela qual formamos seu corpo místico. Por fim, ter consciência do bem e da importância que é uma celebração Eucarística.
AMÉM – ALELUIA. Mário Machado 28/08/08.
Visite meu blog: machadom.blogspot.com
Rogai sem cessar por nós que recorremos a vós.

Reconciliar: voltar à amizade, à intimidade perdida.
Intimidade: identificação no pensar, no querer e no agir.
(O que você acha de fazermos isto? Pucha, era exatamente o que eu ia propor a você).
Por essa identificação as pessoas se somam e se tornam realizadoras do que pensam e querem fazer.
Cada um passa a ser uma inspiração, um incentivo para o outro. Serão normais e constantes as descobertas renovadoras, daquilo que se estava fazendo. O amanhã será sempre um novo dia.
As novas descobertas e aperfeiçoamentos surgirão espontaneamente.
Pecadores: são aqueles que, pela sua natureza de pecador, não sabem ou não conseguem experimentar a Deus. Nunca souberam quem é Deus, nem o que Deus pode fazer por suas vidas. Vivem única e exclusivamente do seu potencial, desconhecendo totalmente as abundantes graças que recebem de Deus. Têm comportamentos em função do que “processa seu racional”. Vivem em função do que seus olhos vêm, seus ouvidos escutam, seu olfato cheira, de seu paladar para escolher o que comer ou beber, do tato para definir o que lhe agrada tocar. Vivem pelos sentidos, ou seja, exclusivamente do exterior. São materialistas, desconhecem totalmente o seu interior espiritual. Ignorando serem materialistas não deixam espaço para a vida espiritual.
Quem não sabe quem é perde a condição de deixar de ser o que é.
Sem permitir o espiritual frear seus instintos, partem para aberrações de condutas tão conhecidas de todos nós pelos noticiários. Quando praticam o bem, o praticam para satisfazer suas vaidades.
“Rogai sem cessar por nós que recorremos a vós”: Se recorro a Nossa Senhora da Salette é porque tenho consciência de que não sou diferente dos homens. Sou pecador, ou seja, tenho condições perfeitas de cometer pecados. Sei pecar, sei praticar o que é mal para os outros e para mim. Sei ser o que devo ser sem precisar de Deus.Quem recorre a N. Sra. Da Salette, o faz em estado de graça, pois é pela graça de Deus que nos tornamos capazes de nos reconhecer pecadores, portanto, dependentes de Deus.
Nossa Senhora da Salette ou na Salette veio profetizar o que Deus e ela sabiam que ia acontecer de ruim para o povo através da natureza. A terra não ia produzir alimentos suficientes e a fome ia ser inevitável. Maria, profeta de Deus e as crianças profetas de Maria.
A profecia: A aceitação da conversão seria suficiente para impedir a realidade da natureza.
Deus seria com o “seu povo” o pacificador da natureza, o mal seria evitado.
Qual conversão? Fazer bem as orações, ir à Missa para celebrar com Jesus a salvação, conhecer por experiência, o poder misericordioso de Deus através da oração. Respeito para com a Igreja na freqüência e no comportamento.
Dificuldades: Não foi reconhecer a veracidade da profecia pois, já estavam presenciando tal realidade. O difícil foi acreditar e aceitar, dois garotos, pobres, analfabetos a relatar com clareza algo impressionante, sobrenatural.
Desfecho: E agora o que fazer. Fazer e ser o que dois meninos falaram? Isto seria muito difícil,
poucos aceitariam. Não acreditar na revelação? Podemos imaginar a situação que acontecia na medida que o fato ia se espalhando.
É aqui que entra a autoridade e o respeito à Igreja. É a Igreja que faz o discernimento de fatos espirituais revelados. Se não fosse a Igreja o desfecho da história teria sido catastrófico. É a Igreja que tem o Espírito Santo para tais decisões,;autoridade para proclamar a verdade e derrubar a mentira.
Salette não é só uma profecia para o povo. É uma presença viva, preocupante, orientadora de Deus por Maria e com Maria para a sua Igreja poder ser o local das graças necessárias à conversão e as proteções divinas.
E hoje? Salette é uma realidade tanto de Deus como da natureza. A veracidade da Salette é eterna e imutável. O povo se afasta de Deus, ridiculariza a Igreja com seu comportamento mundano, perde a intimidade com Deus. O povo fica, assim, sem saber o porque de tantas catástrofes, acidentes, calamidades comportamentais acontecendo na nossa cara.
O que fazer? Uma música do Padre Joãozinho diz: “Vamos orar e agir e Deus realizará”.
Analisando os documentos da Igreja, percebe-se sua preocupação com a situação do esvaziamento e a participação desmotivada dos cristãos batizados. Vemos uma tomada de postura pela qual se retorna às origens: “Evangelizar para a conversão e santificação do povo de Deus”.
Para tanto se torna necessário uma “Espiritualidade”, algo para os homens e mulheres chamados a serem evangelizadores. Tal missão vai exigir que todo evangelizador cuide de sua própria competência: desejo de ser santo – espiritualidade missionária – viver em íntima comunhão com Cristo – Vida fundamentada na Palavra, na Eucaristia, na vida comunitária e no serviço ao mundo.
Fala de alguns aspectos importantes: Deixar-se conduzir pelo Espírito, transformar sua timidez em testemunho de uma vida corajosa, a docilidade ao Espírito que vai exigir uma contínua revisão de vida, conhecedor da Palavra (leitura orante da Sagrada Escritura) e do seu poder transformador.
Como? Ao homem ser o que tem que ser é impossível mas, lembremo-nos, “A Deus tudo é possível”, lembremo-nos também do que Jesus disse: “Sem mim nada podeis”.
Então tudo começa pela descoberta de como é gratificante a vida daqueles que vivem conduzidos pelo Espírito para fazer a vontade de Deus, do mesmo jeito que viveu Jesus para Deus por nós.
“Faça-se em mim (para depois se fazer por mim) conforme a Vossa Palavra”.
Para nós não será tão simples como foi para Maria . Maria, cheia da graça, já estava pronta para Deus usa-la. Nós, para que Deus nos use, Ele terá que fazer conosco o que não sabemos nem imaginar.
Uma vez consciente de tudo isto, pela graça de Deus, podemos dizer:
“Vem Senhor Jesus, eis-me aqui”.
A Espiritualidade Saletina, mais do que nunca, se torna necessária nos dias de hoje. Ela é e será eternamente necessária por causa de que o mundo nunca deixará de ser mundo.
Espiritualidade Saletina é, portanto, a graça que nos vem de Deus por Maria a fim de gerar em nós a condição de sermos filhos íntimo de Deus que é nosso pai; gosto imenso de buscar na Palavra a vida a nós conquistada por Jesus. O prazer de viver praticando o bem para a glória de Deus como testemunho de Jesus, cabeça da Igreja, pela qual formamos seu corpo místico. Por fim, ter consciência do bem e da importância que é uma celebração Eucarística.
AMÉM – ALELUIA. Mário Machado 28/08/08.
Visite meu blog: machadom.blogspot.com