O QUE É SOFRER?
Sofrer você sabe o que é, mas não sabe descrevê-lo. Sofrer muito, sofrer pouco ou um pouquinho você também não sabe como definir. Você já pensou nisso?
Sofrer é perder a condição de dar uma risada, de não saber o que querer nem o que esperar.
Sofrer é um viver sem sentido, sem esperanças, sem objetivo algum. Sofrer é perder sem saber recuperar.
Sofrer é viver sem condição de relacionar-se com Deus; é caminhar no inferno.
O degrau de uma escada serve tanto para descer como para subir. Em qualquer situação, principalmente no sofrimento, temos que encontrar um jeito de subir para não descer ainda mais.
Aquele que está querendo se aproximar de Deus (subir) já não sofre por qualquer coisa. Esta buscando a Deus; esse objetivo o faz capaz de enfrentar dificuldades com outra personalidade. O bicho não lhe parece tão feio com era antes. Por quê?
Ao desejar aproximar-se de Deus, inicia aí a vida da graça em você. A luz de Deus desmascara impiedosamente a sua auto-suficiência. Quanto mais você permite Deus iluminar a sua consciência, tanto mais se torna claro para você reconhecer o egoísmo de um decaído diante da santidade de Deus.
Você vai descobrindo de que tudo que você fez na vida, até mesmo o bem, até o amor que você pensou demonstrar a Deus e ao próximo, estava contaminado pela vaidade, o seu amor- próprio.
Essa Luz de Deus penetra na sua alma para expulsar dela toda impureza que gera todos os enganos.
Vai-se travar uma batalha entre você e a revelação de Deus: você contra você mesmo. Dúvidas aparecerão, dificuldades para aceitar que é Deus lhe revelando a verdade.
A sua verdade era outra e não essa. E agora, como continuar a batalha que me parecia fácil e animadora.
“Não vim trazer a paz, mas a espada” (Mt 10,34).
É muito importante observar que tal situação não é causada pela ausência de Deus; pelo contrário, é o peso da presença de Deus o motivo de tal questionamento, de tal indecisão.
Creia é Deus moldando você com todo cuidado e amor. É Deus fazendo o que só ele sabe e pode fazer: AMAR VOCÊ, refazer você, salvar você.
O entendimento perfeito e crescente de que sua vida até agora foi uma caricatura de vida é estar experimentando a morte tão necessária enfatizada por Jesus no seu Evangelho: morrer para si para poder viver em Deus.
O sofrimento não vem de Deus. O sofrimento está na fraqueza e imperfeição da alma que por desconhecer a Deus se submeteu a vivencia do mundo.
“As trevas não acolheram a luz” (Jo 1,5). Esse é o ponto que você deve considerar com muita boa vontade. O sofrimento é produto das trevas e para eliminá-la da sua vida você tem que ter total convicção de que vale a pena deixar que se apresentem a você suas aberrações. Não se esqueça, sempre que você deparar com uma revelação que não condiz com o querer de Deus, é Deus querendo ajudar você a ser superior a ela. Toda vontade que acontecia para dar forças ao seu egoísmo, seus enganos, vai se tornando uma força a desejar somente a vontade de Deus.
A existência do mal e da injustiça no mundo é um mistério, um escândalo. O mal e a injustiça são os geradores de sofrimentos. Portanto, o sofrimento é gerado: pela situação, por outros ou pela pessoa mesma.
“Daí a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus” (Mt 22,21b). Não é daí a Cesar e a Deus, esse é o problema. Uma no cravo outra na ferradura. Agora você pode escolher a quem dedicar a sua vida: como vive o mundo ou como vive Deus. Parece que você não tem opção: a sua vida será nos moldes do mundão, porém agora você pode buscar condições de sair do mundo e entregá-la Deus.
Os que vão fazendo esta experiência de vida afirmam: “Provai e vede quão suave é o Senhor” (Sl 33).
“Provai e vede como o Senhor é bom”. O Salmista está convidando você a fazer esta experiência.
A experiência de Deus na sua vida é que vai transformando você de uma forma surpreendente e agradável de ser para você mesmo e para os outros.
Então, aquilo que era sofrimento se transforma em luta. Luta, como vitorioso antecipado.
AMÉM – ALELUIA. Louvado seja Deus. Visite meu blog e se identifique: machadom.blogspot.com
25 / 08 / 09 12:32 hrs.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
O que sinto é amor?
O QUE SINTO É AMOR?
Ao querer me descobrir descobri também quem você é.
O que penso sentir como sendo amor descobri não ser amor e sim um gostar.
Gostar é totalmente diferente do amar.
Gostar é: Tudo o que é teu é meu inclusive você.
Amar é o contrário de gostar. Amar é: Tudo o que é meu é teu inclusive eu.
Eu gosto de uma fruta; quero possuí-la para consumi-la. Gosto de uma pessoa; uso-a para me realizar: sua companhia me é agradável, aprendo com ela, ela é sempre uma ajuda.
Não podemos dizer que amamos uma fruta ou coisa qualquer, pois coisas não sabem o que fazer com a gente. Somos nós que sabemos o que fazer com as coisas.
Gostar, portanto, é interessar-se por algo ou por alguém que possa ser interessante para o meu viver.
Gostar é um estado de vida humana e racional que todos nós buscamos. O gostar se torna o prazer, o objetivo na vida. Luto para conquistar aquilo que gosto; luto para me desfazer e evitar do que não gosto. Pensando bem, a qualidade de vida está na dependência do estado do nosso do gostar.
Se o que acontece me agrada, eu sou um; quando não me agrada sou outro.
Quando estou aborrecido, triste, insatisfeito, desanimado, deprimido é porque nada me agrada, nada me atrai, não quero nada, não sinto prazer em nada. Este estado de vida é comum em todo ser humano. No dia a dia passamos por momentos intercalados do gostar e não gostar; do positivo e do negativo, da alegria a da tristeza.
Percebo que, o que é bom parece ser o normal e o que é ruim é sempre anormal. O que é bom passa despercebido e o que é ruim me posiciona na situação de insatisfação e deixa marcas para não se esquecer.
Nesta vida não conseguimos compreender o mistério do sofrimento. Considerando que o sofrer é um estado da alma ficamos sem saber se existe maior ou menor intensidade de sofrimento.
E daí? Vamos concluir que viver é sofrer? Vamos só processar o sofrer? É verdade que rezamos dizendo que vivemos gemendo e chorando neste vale de lágrimas, consideramos estar vivendo como degredados filhos de Eva, mas que depois deste desterro, depois da minha morte, podemos alcançar a plenitude da vida: a vida na intimidade com Nosso Deus.
Pergunto: É isso que eu sou? Fui criado para ser isso?
Não, isso eu não consigo aceitar nem entender. Um filho de Deus não foi criado para viver assim.
Se tenho a convicção de afirmar isso é porque estou começando a conhecer a Deus com seu amor libertador para mim.
Então, aquilo que parecia ser a destruição da minha vida, está se tornando a minha salvação. Graças a ela eu pude ver o engano que me conduzia na aberração do meu viver
O entendimento, pelo sofrer, está me levando ao encontro com meu Deus e Pai. Lindo.
Perceba a duplicidade do que somos: “vitimas da realidade do externo por ignorância da vida plena, existente e latente, querendo realizar-se, primeiro em nós para poder manifestar-se com nós e por nós”.
Vivemos como se fossemos janela, registramos só o que acontece do lado de fora: pessoas, coisas, situações; transformando-nos em função disso. Quando lembramo-nos de Deus aproximamo-nos dele a partir das nossas necessidades egocêntricas. Tratamos Deus como se fosse nosso “Office-boy” que devesse estar às nossas ordens. Reduzimos Deus a um solucionador dos nossos problemas.
Vamos, assim, cada vez mais nos afastamos do que deveria ser prioridade nossa: estarmos em contato mais freqüente com a dimensão espiritual do nosso ser. Deixar-se encontrar-se com Deus através de pessoas já íntimas de Deus. Relacionar-se com pessoas que freqüentam ambientes onde a prioridade é aprender a deixar-se ser conduzido pelo Espírito de Deus.
Pense nisso, meu irmão. Essa leitura que faço de mim me dá a tranqüilidade de saber que você não é diferente de mim. Somos farinha do mesmo saco. Vítimas do mesmo mundo. Carentes das mesmas sabedorias espirituais. Cheios das dificuldades para encontrar e relacionar-se com pessoas certas.
O que você está sentindo com isto que estou lhe revelando? È para pensar? Você concorda?
Veja, quando pensei em escrever isto não sabia ao certo como fazê-lo. A inspiração foi acontecendo gradativamente.
Penso e chego a crer que fui instrumento de Deus, primeiro para mim e depois para Ele chegar até você.
AMÉM – ALELUIA. Mário Machado. machado.mario35@gmail.com
Visite meu blog: machadom.blogspot.com
Ao querer me descobrir descobri também quem você é.
O que penso sentir como sendo amor descobri não ser amor e sim um gostar.
Gostar é totalmente diferente do amar.
Gostar é: Tudo o que é teu é meu inclusive você.
Amar é o contrário de gostar. Amar é: Tudo o que é meu é teu inclusive eu.
Eu gosto de uma fruta; quero possuí-la para consumi-la. Gosto de uma pessoa; uso-a para me realizar: sua companhia me é agradável, aprendo com ela, ela é sempre uma ajuda.
Não podemos dizer que amamos uma fruta ou coisa qualquer, pois coisas não sabem o que fazer com a gente. Somos nós que sabemos o que fazer com as coisas.
Gostar, portanto, é interessar-se por algo ou por alguém que possa ser interessante para o meu viver.
Gostar é um estado de vida humana e racional que todos nós buscamos. O gostar se torna o prazer, o objetivo na vida. Luto para conquistar aquilo que gosto; luto para me desfazer e evitar do que não gosto. Pensando bem, a qualidade de vida está na dependência do estado do nosso do gostar.
Se o que acontece me agrada, eu sou um; quando não me agrada sou outro.
Quando estou aborrecido, triste, insatisfeito, desanimado, deprimido é porque nada me agrada, nada me atrai, não quero nada, não sinto prazer em nada. Este estado de vida é comum em todo ser humano. No dia a dia passamos por momentos intercalados do gostar e não gostar; do positivo e do negativo, da alegria a da tristeza.
Percebo que, o que é bom parece ser o normal e o que é ruim é sempre anormal. O que é bom passa despercebido e o que é ruim me posiciona na situação de insatisfação e deixa marcas para não se esquecer.
Nesta vida não conseguimos compreender o mistério do sofrimento. Considerando que o sofrer é um estado da alma ficamos sem saber se existe maior ou menor intensidade de sofrimento.
E daí? Vamos concluir que viver é sofrer? Vamos só processar o sofrer? É verdade que rezamos dizendo que vivemos gemendo e chorando neste vale de lágrimas, consideramos estar vivendo como degredados filhos de Eva, mas que depois deste desterro, depois da minha morte, podemos alcançar a plenitude da vida: a vida na intimidade com Nosso Deus.
Pergunto: É isso que eu sou? Fui criado para ser isso?
Não, isso eu não consigo aceitar nem entender. Um filho de Deus não foi criado para viver assim.
Se tenho a convicção de afirmar isso é porque estou começando a conhecer a Deus com seu amor libertador para mim.
Então, aquilo que parecia ser a destruição da minha vida, está se tornando a minha salvação. Graças a ela eu pude ver o engano que me conduzia na aberração do meu viver
O entendimento, pelo sofrer, está me levando ao encontro com meu Deus e Pai. Lindo.
Perceba a duplicidade do que somos: “vitimas da realidade do externo por ignorância da vida plena, existente e latente, querendo realizar-se, primeiro em nós para poder manifestar-se com nós e por nós”.
Vivemos como se fossemos janela, registramos só o que acontece do lado de fora: pessoas, coisas, situações; transformando-nos em função disso. Quando lembramo-nos de Deus aproximamo-nos dele a partir das nossas necessidades egocêntricas. Tratamos Deus como se fosse nosso “Office-boy” que devesse estar às nossas ordens. Reduzimos Deus a um solucionador dos nossos problemas.
Vamos, assim, cada vez mais nos afastamos do que deveria ser prioridade nossa: estarmos em contato mais freqüente com a dimensão espiritual do nosso ser. Deixar-se encontrar-se com Deus através de pessoas já íntimas de Deus. Relacionar-se com pessoas que freqüentam ambientes onde a prioridade é aprender a deixar-se ser conduzido pelo Espírito de Deus.
Pense nisso, meu irmão. Essa leitura que faço de mim me dá a tranqüilidade de saber que você não é diferente de mim. Somos farinha do mesmo saco. Vítimas do mesmo mundo. Carentes das mesmas sabedorias espirituais. Cheios das dificuldades para encontrar e relacionar-se com pessoas certas.
O que você está sentindo com isto que estou lhe revelando? È para pensar? Você concorda?
Veja, quando pensei em escrever isto não sabia ao certo como fazê-lo. A inspiração foi acontecendo gradativamente.
Penso e chego a crer que fui instrumento de Deus, primeiro para mim e depois para Ele chegar até você.
AMÉM – ALELUIA. Mário Machado. machado.mario35@gmail.com
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